Serviços01

Software sob medida

Front-end e back-end,
no mesmo lugar. Sob medida.

Interface, API e banco de dados desenhados pela mesma equipe, num sistema só. Do primeiro protótipo de tela ao dado gravado no banco e ao deploy em produção.

Quando faz sentido

A planilha e o chat
pararam de dar conta.

Um sistema próprio vale a pena quando o processo já tem regra, papel de acesso e volume que planilha e mensagem não seguram mais.

01

Processo em planilha

A operação inteira depende de uma planilha compartilhada, sem controle de quem mudou o quê.

02

Cliente sem portal

Cliente ou paciente pede informação por mensagem porque não existe um lugar para ele consultar sozinho.

03

Acesso sem controle

Todo mundo vê os dados de todo mundo, sem separação por usuário, papel ou empresa.

04

Sistema pronto não encaixa

As ferramentas prontas do mercado cobrem 80% do processo e travam justamente na regra que é sua.

Como conferimos que funciona

A interface muda.
A regra fica no código.

Um sistema sob medida precisa aguentar uso real. Estas práticas entram no desenho desde o primeiro dia.

Uma base de cálculo só

As mesmas regras alimentam o painel do cliente e o painel da equipe. Não existem dois lugares calculando o mesmo número de jeitos diferentes.

Permissões por usuário e organização

Cada pessoa acessa só os dados da própria conta ou empresa. O controle fica na camada de dados, não só escondido atrás de um botão.

Testes nas regras que importam

Cálculo, tendência, backup e fluxos completos têm testes automatizados. Uma mudança não quebra uma regra em silêncio.

PWA e offline onde ajuda

Quando faz sentido para o uso, a aplicação funciona instalada no celular e sem depender de conexão constante.

Uma fronteira para os dados

A interface conhece um contrato de dados, não o banco por trás dele. Login e sincronização podem entrar depois, trocando a implementação sem reescrever a tela.

Produção e continuidade

O sistema sai do ambiente local para produção com banco, autenticação e domínio próprios. A evolução continua depois da primeira versão, guiada pelo uso real.

Como um projeto acontece

Comece pela base.
Publique e continue.

  1. 01Desenhar o escopo

    Levantamos telas, papéis de acesso e as regras de negócio que a primeira versão precisa cobrir.

  2. 02Construir a base

    Banco de dados, autenticação e as regras centrais ficam prontos antes do polimento final da interface.

  3. 03Testar com uso real

    Você acompanha o sistema em ambiente de teste, revisa os fluxos e ajusta o que não fez sentido na prática.

  4. 04Publicar e continuar

    O sistema vai para produção com domínio, banco e monitoramento próprios. Depois, a evolução segue pelo uso.

Perguntas frequentes

Antes de começar.

Como funcionam o login e as permissões?

Cada pessoa entra com sua própria conta e vê só o que o papel dela permite. Em sistemas com mais de uma empresa ou cliente, o isolamento de dados fica na camada de banco, não só na tela.

O sistema funciona no celular?

Sim. Quando o processo pede um aplicativo instalável (PWA), construímos com uso offline nas partes que permitem. Se o requisito for publicação na App Store ou na Google Play, também publicamos.

Que banco de dados vocês usam?

Depende do caso. Para aplicações com múltiplos usuários e organizações, usamos Supabase ou PostgreSQL, com controle de acesso na própria camada de dados. Para casos mais simples, um banco mais leve pode bastar.

Dá para integrar com pagamentos e outros sistemas?

Sim. Conectamos APIs, webhooks, meios de pagamento e sistemas como CRM e ERP. Se a integração for o centro do projeto, veja também dados e integrações.

O que acontece depois da primeira versão?

Hospedagem, manutenção e novas funcionalidades podem continuar com a gente. Escopo, prioridades e responsabilidades ficam definidos com você, a partir do uso real do sistema.

Seu primeiro sistema

Qual processo merece
sair da planilha primeiro?

Conte como funciona hoje e quem precisa acessar o quê. Desenhamos o escopo da primeira versão a partir disso.

Conversar sobre um sistema